sábado, 16 de maio de 2015

Fender Telecaster Richie Kotzen

Praticamente todas as vezes que vou escolher uma guitarra para falar na coluna aqui da Garagem, eu me deparo com algum modelo e penso: “Como não falei dessa guitarra ainda?”. Mas a verdade é que são tantas as possibilidades e tantos os grandes guitarristas que têm sua linha signature, que – felizmente – sempre vai sobrar assunto. A guitarra desta semana é de um cara muito especial, que teve vários tipos de carreira e até hoje é multifacetado e versátil em tudo o que faz: Richie Kotzen. Richie começou a despontar no final dos anos 80 na época da Shrapnel Records, de Mike Varney, um cara que sempre buscava novos talentos. Os primeiros álbuns de Kotzen foram instrumentais e virtuosos. No começo dos anos 90, após a saída de CC de Ville do Poison, Richie entrou para a banda e ficou conhecido de uma forma diferente, agora mais abrangente, não só pelos amantes da música instrumental mas também por fãs de hard rock. Após a saída do Poison, Kotzen deslanchou em uma carreira solo de incrível produtividade (com participações constantes em outras bandas e álbuns), se firmando como um grande compositor e vocalista, além de um guitarrista fora do comum. A guitarra da semana é a sua Fender Telecaster Richie Kotzen Solid Body.


A Telecaster RK conta com um corpo em ash e um top em maple laminado, com uma pintura em sunburst de duas cores, pela qual se pode ver o desenho da madeira, em uma proposta clássica e sóbria. O friso creme ao redor de todo o corpo contribui para essa proposta e dá um toque especial, combinando com o escudo, também em creme e com uma única camada. O braço é em maple, com escala de 25,5”, e em um formato “Large C”, ou seja, o shape tradicional da Fender, porém um pouco mais grosso, perfeito para quem tem uma pegada forte e precisa de uma área de contato bem firme com a guitarra.  A trasteira é em maple, com uma angulação de 12”, e conta com 22 trastes jumbo e marcações de abalone dot (bolinha).


Na parte elétrica, a Telecaster Richie Kotzen conta com dois captadores mais do que especiais. Na posição da ponte, um mini humbucker DiMarzio DP384 Chopper T (chamado de “o irmão mais alto e forte do Fast Track T”), e na posição do braço um single-coil DiMarzio DP173 Twang King, que como o nome já diz, possui um brilho e um “estalo” diferenciados. A RK possui um knob de volume e um knob rotatório que coloca os caps em série ou em paralelo, dependendo do que o guitarrista prefere em diferentes momentos. A chave é a tradicional de três posições, alternando entre cada um dos caps sozinhos ou os dois ligados ao mesmo tempo.


As ferragens são douradas, combinando com a tonalidade “honey” do sunburst. A ponte conta com seis carrinhos para uma regulagem perfeita das oitavas, afinal por mais vintage que alguns sons de Kotzen sejam, há sempre o momento virtuoso em seus álbuns e shows, o que exige uma afinação sem oscilações. As tarraxas são Gotoh Cast com trava e o headstock conta com a assinatura de Kotzen, como uma guitarra signature não poderia deixar de ter. Outro diferencial é o corpo abolado na parte de trás, para um encaixe mais confortável ao tocar, principalmente quando o guitarrista está em pé. Vale lembrar que esta guitarra é Made in Japan, uma raridade hoje em dia e também uma garantia de qualidade acima da média.


É isso, galera! Curtam o fim de semana e venham visitar a Garagem sempre que quiserem!




sábado, 9 de maio de 2015

Epiphone Blueshawk Deluxe

Já que semana passada falei da Fender American Vintage ’52 Telecaster, uma das guitarras mais clássicas de todos os tempos, esta semana, para contrastar, falarei de um lançamento da Epiphone para 2015, a Blueshawk Deluxe. Quem acompanha a história do Gibson e da Epiphone já deve ter visto uma guitarra semelhante a esta, a Nighthawk, uma espécie de Les Paul “modernizada”, com curvas mais acentuadas, captadores levemente angulados e uma estética compatível com o final dos anos 80 e começo dos 90. A Blueshawk também já esteve no mercado um pouco mais de duas décadas atrás, mas agora volta na edição Deluxe, com vários detalhes inovadores.


A Epiphone Blueshawk Deluxe conta com um corpo em mahogany e um top em maple, reto (flat) na parte da frente, mas abaloado na parte de trás, para se encaixar melhor no corpo do guitarrista e ter um melhor equilíbrio quando o instrumentista tocar em pé. Este modelo conta ainda com dois f-holes, indispensáveis em guitarras semi-acústicas. O braço, também em mahogany, é em formato “D”, mais robusto que o tradicional “C”, mas não tão espesso quanto o formato “U”, que vem em guitarras como a Telecaster Antigua. A trasteira é em rosewood, com 22 trastes medium jumbo e marcações pearloid em formato “diamante”. Tanto o corpo quanto o braço contam com frisos na cor creme.


Na parte elétrica, a Blueshawk Deluxe conta com dois captadores single P-90, mais especificamente um P-90R Pro Single Coil na posição do braço e um P-90T Pro Single Coil na posição da ponte. Para a redução de ruído quando cada captador é usado isoladamente, dentro do corpo da Blueshawk, entre os captadores, há um “dummy” (uma bobina inativa), facilitando a vida do guitarrista, principalmente quando algum pedal de distorção está ligado. A chave de três posições tem as funções tradicionais, porém este é o modelo “slide”, aquela chave que “desliza” de posição para posição, uma proposta mais vintage. Estes captadores são baseados nos single coils clássicos da Gibson dos anos 50 e 60, com as mesmas dimensões e ímãs Elektrisola Alnico V.


Em termos de timbre, a Blueshawk oferece um grande diferencial que proporciona muitas possibilidades. É o Rotary VariTone, um knob de seis posições que, em cada posição, aplica um redução em frequências específicas para uma maior adaptabilidade do timbre da guitarra dependendo do que é desejado quando a guitarra dialoga com outros instrumentos e precisa se destacar. Na posição 1, o filtro é desligado, e a partir da posição 2 até a 6, as frequências escolhidas variam gradualmente das mais altas para as mais baixas. Os knobs são de volume e tonalidade, contando ainda com um sistema Push/Pull que aplica um bypass no sistema VariTone, não deixando nenhum rastro de interferência que possa restar.

Para finalizar, a Blueshawk conta com uma ponte flat em nickel, cordas thru-body (colocadas pela parte de trás da guitarra) para um maior sustain, e tarraxas Epiphone Deluxe. O hard case não está incluído, mas pode ser comprado separadamente. 


Curtiram? Venham visitar a Garagem e tomar um café com a gente!




sábado, 2 de maio de 2015

Fender American Vintage '52 Telecaster

Após mais de um ano escrevendo semanalmente sobre guitarras aqui no Blog da Garagem, esta semana me dei conta de que ainda não havia escrito sobre uma guitarra que não pode faltar na lista das mais importantes e tradicionais de todos os tempos: a Fender American Vintage ’52 Telecaster. Também conhecida como Butterscotch Tele, esta guitarra foi vista inúmeras vezes nas mãos de nomes como Keith Richards e Bruce Springsteen. Apesar de ser chamada de ‘52, foi lançada pela primeira vez em 1951 e se tornou um clássico que nunca mais foi esquecido. De tempos em tempos a Fender lança uma edição reissue.


Tentando ser o mais fiel aos modelos originais da década de 50, esta Telecaster possui um corpo em ash com aquela cor amarelada transparente, pela qual você pode ver os desenhos da madeira por baixo. O braço é em maple e em formato U, o mais grosso e redondo da Fender, o que provoca uma divisão bastante grande entre os guitarristas. É o formato de braço verdadeiramente “ame ou odeie”. Eu venho tocando em uma ’52 há um mês e no começo realmente estranhei, apesar do braço ser muito parecido ao da Antigua, mas logo me acostumei e posso dizer que é uma das guitarras mais macias e aveludadas dentre os modelos “old school” que já toquei.


A trasteira é em maple com 21 trastes vintage-style e marcações “dot” (bolinha), tradicional da Fender. O escudo, preto, chama a atenção por ter apenas cinco parafusos (mais tarde a Fender começou a colocar mais parafusos, pois algumas partes do escudo ficam “descoladas” do corpo em lugares com muito espaço entre cada parafuso). Outra característica dos parafusos (todos da guitarra) é que eles são no antigo modelo “chave de fenda” e não “chave Philips”, como você pode ver pelas fotos acima e abaixo. As tarraxas são vintage-style e levemente envelhecidas, assim como o resto das ferragens. A ponte conta com apenas três carrinhos, o que não permite uma regulagem perfeita das oitavas, fazendo com que cada instrumento tenha de ser “descoberto” pelo guitarrista para que a afinação fique certa na base da pressão correta das cordas ou de um leve bend na corda que precisar de uma ajuste de afinação. Pra deixar a coisa ainda mais vintage, os carrinhos são “bronze” (diferentemente das peças cromadas) e a ponte vem com “Patents Pending” escrito, para simular a época em que a guitarra era vendida sem que o registro da ponte tivesse sido finalizado.


A parte elétrica da ’52 também é top de linha. O som desses captadores é muito acima da média da maioria de outras Telecasters. Eles tanto podem soar vintage e tradicionais, como com um bom overdrive, têm um punch e uma textura menos ardida e mais presente do que normalmente você esperaria de uma Tele. Tanto o cap da posição do braço como da ponte são American Vintage ’52 Tele, ou seja, como diz o nome, feitos exclusivamente para ela. Os knobs são os tradicionais de volume e tonalidade, e a chave de três posições também a clássica, afinal, em uma guitarra imortal da década de 50, a ideia era criar um instrumento sem grandes firulas e com a melhor qualidade possível. A 52’ vem com um hard case próprio, na cor bege, como você pode ver na primeira foto.



Bom fim de semana a todos e venham visitar a Garagem!





sexta-feira, 24 de abril de 2015

Gibson Custom 1959 Joe Bonamassa Les Paul Aged

A guitarra desta semana é de um dos guitarristas que, pelo que eu vejo e ouço falar, é um daqueles “ame ou odeie”. Joe Bonamassa é considerado um guitarrista de blues por muitos, mas ao mesmo tempo os fãs de blues mais “old school” não o consideram um verdadeiro blueseiro. O fato é que Bonamassa tem tido muita exposição nos últimos anos e, para quem curte o cara, vale dizer que o novo álbum dele está disponível de graça em seu web site. Já falei de uma das signature de Joe aqui, uma Epiphone Les Paul azul, lembram? Se sim, ótimo, se não, vale voltar lá e dar uma conferida.


Esta Les Paul signature de Joe Bonamassa é oficialmente considerada pela própria Gibson como “possivelmente a Les Paul ’59 mais retrabalhada do mundo”, chamada também de 1959 Skinnerburst. A guitarra original na qual esta signature é baseada é a preferida de Bonamassa e teve quatro donos antes dele. O resultado é uma Les Paul que segue à risca todos os detalhes que conquistaram o guitarrista. O corpo é formado por duas peças de maple e as costas do corpo são feitas de uma única peça de mahogany. O friso, assim como o escudo e as molduras dos captadores, são em creme envelhecido, assim como a própria guitarra é feita para parecer uma genuína de 1959.


O braço é feito de uma única peça de mahogany e a trasteira é uma única peça de rosewood indiano, em uma escala de 24,75”. As marcações são em forma trapezoide com celulose também envelhecida. O headstock é idêntico ao original de 1959 (como não poderia deixar de ser), com tarraxas Kluson Deluxe. A cor desta Les Paul é chamada de Dirty Lemon (limão sujo), pois apesar de às vezes parecer uma espécie de gold top-standard-tobacco, seu perfil de guitarra “velha” tem uma certa finalização esverdeada.


Na parte elétrica, esta Skinnerburst conta com dois humbuckers: um BurstBucker #3 na posição do braço e um CustomBucker na posição da ponte, escolhidos a dedo por Bonamassa. Os knobs são no formato Gold Top Hat (chapéu) e são os tradicionais: dois knobs de tonalidade e dois de volume, um para cada captador. A chave de seletora também é a tradicional das Les Paul, com três posições. A ponte é o modelo Nickel ABR-1, com as cordas vindo de baixo e circundando a ponte ao invés da Tune-o-matic, onde as cordas são presas atrás e passam pelo meio da ponte. Esta guita vem com hard case e certificado de autenticidade gravado no escudo, como você pode ver pelas fotos.


Bom fim de semana a todos e venham visitar a Garagem!



sábado, 18 de abril de 2015

Ibanez PS10 Paul Stanley Prestige Signature

Como não poderia deixar de ser, com o show do Kiss chegando na Pedreira Paulo Leminski nesta terça-feira, hoje vou falar da Ibanez PS10 Paul Stanley Prestige Signature. Vale lembrar que esta coluna já cobriu outras guitarras de membros do Kiss: a Gibson Les Paul Budokan de Ace Frehley, e, mais recentemente, a Epiphone Les Paul Spaceman de Tommy Thayer. A Ibanez de Paul Stanley é inigualável e reconhecida imediatamente assim que você põe os olhos nela. Paul começou a usar modelos Ibanez um pouco antes do final dos anos 70 e, através dos anos, teve modelos signature de outras marcas, como as B.C. Rich da época do Creatures of the Night e a Washburn em diversos momentos de sua carreira solo e também do Kiss, para lembrar de algumas. Agora o mundo deu voltas e ele está de volta com a Ibanez.


Este modelo insubstituível é o top de linha de quatro modelos na linha Signature de Paul. O corpo é feito em mahogany com um top em maple. Bastante firme e sólida, esta guitarra é maior em tamanho do que parece, principalmente em comparação às Iceman mais genéricas vendidas nas últimas décadas, aquelas com o headstock tradicional da Ibanez, que eram guitarras bem pequenas em comparação às de Paul. O braço é feito em três lâminas de maple e é colado ao corpo. A trasteira é em ébano com marcações mais do que especiais: em formato “bloco” feitas de acrílico e abalone. Os trastes são Medium Prestige com um tratamento à mão.


Na parte elétrica a Ibanez PS10 Paul Stanley Prestige Signature vem com captadores de primeira: na posição do braço um Seymour Duncan ’59 Model, e na posição da ponte um Seymour Duncan Custom 5, ambos passivos e de alnico. A escolha dos captadores não poderia ser mais certa. Estes modelos têm o punch e permitem o drive necessário para uma banda que precisa de momentos mais pesados, mas sem tirar a clareza nas baladas ou fritar demais nas distorções como alguns captadores ativos usados por bandas mais agressivas. A chave seletora é a tradicional de três posições. Temos dois knobs de volume, um para cada cap, e um de tonalidade.


No modelo da Prestige colocado à venda no mercado, as peças são todas cromadas, como você pode ver nas fotos. Mas alguns modelos usados pelo próprio Paul Stanley vêm com peças douradas. Na PS10 os frisos do corpo, do braço e do headstock são brancos (tendendo para o creme) com madrepérola (no caso do corpo). A ponte é uma Gibraltar com Quick Classic Change onde as cordas são presas, junto ao detalhe decorativo prateado tradicional deste modelo. Esta guitarra, como não poderia deixar de ser, vem com hard case!


Bom fim de semana a todos e não percam o show do Kiss!




sexta-feira, 10 de abril de 2015

Gretsch G5445T Electromatic Double Jet w/Bigsby

A guitarra desta semana é uma daquelas que quando eu botei o olho, falei pra mim mesmo: tenho que ter essa! Ainda não resolvi a questão, mas bater um papo sobre ela já pode dar uma aliviada na vontade, então vamos lá. A primeira vez que um modelo solid body da Gretsch me chamou a atenção foi há muito pouco tempo. Na turnê de lançamento do álbum Blunderbuss, do Jack White, ele usa uma Telecaster azul maravilhosa e uma Gretsch muito parecida com o modelo de hoje, uma Triple Jet, também azul. Aquilo ficou gravado, e quando vi a G5445T aqui mesmo na Garagem, pirei.



O formato desta Electromatic é o famoso “Jet”, clássico da Gretsch, mas neste caso, como o nome do modelo já diz, é um double cut (diferentemente da single cut que vai mais na linha de uma Les Paul tradicional). O corpo, em basswood, é todo cavado por dentro (chamado de “chambered”), criando câmaras de ressonância para uma acústica melhor e mais profunda. O braço é em maple e a trasteira em rosewood vem com 22 trastes medium jumbo, porém com uma escala de 24.6” (62.5 cm), um pouco menor do que outras guitarras com o mesmo número de trastes, como por exemplo algumas Telecasters. As marcações são as chamadas pearloid hump-block, ou seja, em blocos, mas com o detalhe arredondado em um dos lados, marca registrada da Gretsch.



Na parte elétrica esta Double Jet conta com dois captadores Filter’Tron “Black Top”, que como o nome já diz, tem um visual diferenciado dos modelos tradicionais, com o topo em preto e as laterais e os parafusos cromados, como o restante das peças. A chave seletora de caps é a tradicional de três posições: 1. Captador da ponte 2. Ambos os captadores 3. Captador do braço. Os knobs fogem do tradicional: temos um knob de volume para cada captador individualmente, um master volume e um master tone. Com esses três knobs de volume, a combinação de mescla entre os sons de cada captador fica muito ampla.


O escudo pearloid não poderia ser mais vintage, com a logo da marca e um desenho old school. A ponte é uma Bigsby Anchored Adjusto-Matic e a alavanca é uma das mais tradicionais no estilo tremolo. O headstock é o padrão da série Electromatic, mais estreito que os headstocks mais usados pela Gretsch em outros modelos. Como você pode ver pela foto acima, a G5445T Electromatic Double Jet vem em três cores: preto, vermelho e gold.


Venham visitar a Garagem e tomar um café com a gente! Bom fim de semana!



sábado, 4 de abril de 2015

Epiphone ES-339 P90 PRO Semi-Hollowbody

É só botar o olho nesta guitarra e você já vê que ela é especial em muitos detalhes. A Epiphone ES-339 P90 Pro, em um primeiro momento, parece uma versão “mini” das semiacústicas clássicas da Epiphone. E de certa forma, é. Mas não apenas isso. Esta é uma guitarra que reúne várias das características tradicionais que a marca consagrou com o passar dos anos, aliadas a novidades e adaptações que fazem toda a diferença no timbre, na “tocabilidade” e no visual. Você é fã de semiacústicas como eu? Então se prepare pra ter uma destas!



A série ES original da Epiphone foi lançada na década de 50 e conquistou grande parte dos guitarristas que gostavam de modelos com a Les Paul. Muitos passaram a usar essas semiacústicas permanentemente, outros agregaram o modelo à sua coleção, e alguns poucos preferiram ficar com as Les Pauls, principalmente por causa do tamanho do corpo das semiacústicas, que tanto podem ser perfeitas para alguns, como um pouco grandes para outros. Essa questão foi totalmente resolvida na ES-339 P90 PRO. Com um corpo em maple em tamanho reduzido, o conforto desta semiacústica é total. O braço é em mahogany e no formato D slim, mais uma vez unindo um feeling tradicional a uma pegada confortável. A trasteira é em rosewood, com 22 trastes medium jumbo e marcações bolinha pearloid.


A parte elétrica desta guitarra é um dos pontos altos para qualquer instrumentista. Este modelo conta com dois captadores p-90R PRO “soapbox”, feitos para reproduzir a primeira geração de caps P-90 usados em Les Pauls. Muitos consideram estes captadores os melhores P-90 já feitos, pois capturam a sonoridade de uma guitarra base tão bem quanto a pegada de solos e fraseados. Como você poderá ver no vídeo abaixo, a versatilidade da ES-339 é incrível e a gama de timbres é muito ampla, tanto para sons limpos como para timbres com distorção. A qualidade das peças também é top: knobs individuais para controle de volume e tonalidade, chave seletora de três posições e um jack de saída de 1/4”.


As peças são todas cromadas e as tarraxas são Deluxe Tulip, como você pode ver acima. Esta é uma edição limitada e, como não poderia faltar, vem com o carimbo de inspeção e regulagem feitas nos EUA. A ponte é uma LockTone tune-o-matic e, assim como uma genuína Epiphone tem de ter, o escudo preto vem com o logo “E” clássico da marca. O case pode ser comprado separadamente, se você realmente quiser caprichar! Assista ao vídeo abaixo e já separe suas economias!



Bom fim de semana a todos e feliz Páscoa!